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A primeira fase da Operação Araceli foi desencadeada na cadeia pública de Toledo. O trabalho prevê a reclassificação de presos em unidades prisionais da região de Cascavel e outras fases ainda serão desenvolvidas. Agentes do SOE (Setor de Operações Especiais) e do GSI (Grupo de Segurança Interna) estiveram envolvidos na ação, que serve para classificar os presos de acordo com o crime cometido.

Em Toledo, só devem permanecer aqueles presos condenados por crimes contra a dignidade sexual, como estupro, importunação sexual e divulgação de cena de pornografia. A cadeia pública estava com 170 presos, 60 foram transferidos ontem para a Penitenciaria Estadual de Cascavel. Dos 110 que restaram cerca de 12 se enquadram em crimes sexuais. Os demais serão transferidos de unidade nas próximas fases da operação. A cadeia de Toledo então receberá presos de outras unidades.

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Ainda não há uma data específica para a reclassificação de presos que estão na delegacia de Cascavel, que deve ser a última nesse processo de organização. A 15ª passou recentemente por uma pequena reforma para separação de presos.

Na PEC a capacidade máxima foi atingida hoje com as transferências realizadas pelo DEPEN, chegando a 960 presidiários, incluindo a reforma do Bloco três, que está sendo finalizada.

A cadeia de Toledo também vai passar por reforma estruturais nos próximos meses e por isso foi a primeira cidade a receber a reclassificação. Durante a operação foram apreendidos dez aparelhos celulares, 100 gramas de uma substância análogo a cocaína e 30 gramas de substância análoga à maconha. A Operação Araceli é a primeira organizado e administra por uma regional do DEPEN do Paraná. Ela obedece a regulamentação da lei de execuções penais.

Portal Guaíra com informações da Catve