O homem acusado de matar a sogra em outubro de 2019, em Sarandi, no norte do Paraná, foi condenado a 15 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e roubo. Entre os agravantes está o feminicídio.

Felipe Augusto da Silva, de 27 anos, foi condenado por júri popular realizado na quarta-feira (21). O julgamento durou seis horas.

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Silva está preso desde 29 de outubro de 2019 e foi condenado por matar Isabel Pereira dos Santos, que tinha 46 anos na época do crime. Conforme a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), ele mantinha um relacionamento extraconjugal com a sogra.

Morte por asfixia
O crime aconteceu na madrugada de 1° de outubro de 2019, em um condomínio residencial em Sarandi. Segundo a denúncia, Felipe da Silva foi até a casa da sogra na noite anterior, manteve relações sexuais com ela e na madrugada os dois discutiram. Na briga, o homem asfixiou a vítima.

O corpo da vítima, que morava sozinha, foi encontrado no dia 4 de outubro, após colegas estranharem que ela faltou vários dias ao trabalho.

A Polícia Civil descobriu o envolvimento de Felipe no caso após análise de câmeras de vigilância do prédio, que mostraram ele entrando e saindo do imóvel.

Após cometer o crime, Silva furtou o celular da vítima para chamar um carro de aplicativo e deixar a cena do crime.

Depois de matar a sogra, o acusado fugiu para Paranavaí, no noroeste do estado, onde foi preso em 29 de outubro.

Na audiência de instrução, Felipe da Silva confessou o crime e contou que estava sob efeito de drogas no momento que asfixiou Isabel.

Portal Guaíra com informações do G1