A Perícia do Rio Grande do Sul não encontrou vestígios de terra que pudessem indicar que Bernardo Boldrini teria sido enterrado vivo. Outros minerais também foram procurados, mas não foram detectados.

Agentes do Instituto Geral de Perícias analisaram fragmentos dos pulmões e da traqueia do menino de 11 anos. A Pontifícia Universidade Católica do Estado também auxiliou nos trabalhos. A vítima foi morta no dia 4 de abril e encontrada, dez dias depois, enterrada no leito de um rio em Frederico Westphalen, a oitenta quilômetros de Três Passos.

-------------- Notícia continua após a publicidade -------------

Os resultados de outras análises ainda não foram divulgados. A Perícia encontrou manchas brancas na cova. Já os vestígios de soda cáustica, supostamente vistos no carro da madrasta, não foram confirmados. A delegada titular do caso, Caroline Bamberg afirma que 80% da investigação já está concluída.

Entenda o caso

Bernardo Boldrini, de 11 anos, foi encontrado morto em um matagal na cidade de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul.

Segundo a Polícia Civil, a madrasta, uma amiga dela e o pai da vítima são os principais suspeitos de terem cometido o crime. O menino teria sido morto com uma injeção letal.

A investigação aponta indícios de que o crime foi motivado por questões financeiras. Essa é a tese de familiares de Odilaine Uglione, mãe do garoto, que morreu há quatro anos.

Corpo foi encontrado após 10 dias de buscas, a cerca de 80 km de Três Passos
Corpo foi encontrado após 10 dias de buscas, a cerca de 80 km de Três Passos

Fonte: Band