O Instituto Médico Legal (IML) de Londrina ainda não conseguiu identificar o corpo da pessoa que foi esquartejada e jogada aos pedaços em uma subestação de tratamento de esgoto da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná).

Segundo informações, até esta sexta-feira (18), o instituto havia recebido três famílias para buscar o reconhecimento, porém, até o momento a identidade da vítima ainda é desconhecida.

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O trabalho está sendo feito em conjunto com a Polícia Civil, que está utilizando as digitais do cadáver para tentar buscar seu cadastro dentro do banco de dados do Paraná, caso ele tenha nascido no estado ou possua antecedentes criminais. Todavia, o processo demora, em média, três semanas para ser concluído.

RELEMBRE O OCORRIDO

Na manhã do dia 7 de novembro, funcionários de uma subestação de tratamento de esgoto da Sanepar do Conjunto Lindóia, em Londrina, encontraram um braço humano ao iniciarem os trabalhos do dia. A Polícia Militar (PM) foi acionada, e isolou o local até a chegada dos peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

No dia seguinte (terça-feira, 8), outro braço foi encontrado. O Delegado responsável pelo caso afirmou que os ferimentos de corte no membro eram incisivos, o que indicava que a pessoa teve os braços arrancados do corpo antes de ser colocado dentro da tubulação do local.

O restante do corpo foi descoberto na manhã da última sexta-feira (11). As investigações até o momento apontavam para que o crime tivesse motivação passional, e que o corpo teve os braços removidos para que o cadáver coubesse dentro do tubo de esgoto.

Portal Guaíra com informações da Ric Mais