Uma mulher ainda não identificada, foi brutalmente assassinada no domingo (19) em Maringá. O criminoso usou algumas pedras para matar a mulher. A cabeça da vítima estava desfigurada, e ao lado do corpo havia diversas pedras com manchas de sangue. O corpo da mulher foi encontrado no final do Jardim Paulista II, próximo há uma estrada que dá acesso a zona rural. Era por volta das 02h30 quando a Polícia Militar tomou conhecimento deste fato grave.

Um ciclista que teria ido até uma mata, fazer orações, retornava em direção a sua casa quando se deparou com um veículo modelo VW Gol Branco com placas de Ivatuba, estacionado. Ao lado do carro que apresentava algumas avarias, estava um homem. O ciclista chegou a perguntar se ele precisava de ajuda. Mas o homem respondeu que não, e relatou que o veículo havia quebrado.

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Ao deixar o local o ciclista percebeu algo estranho. Ele viu que nas imediações tinha algo coberto com um saco plástico, espécie de uma lona preta. Mesmo desconfiado ele foi embora. No trajeto o ciclista resolveu ligar para a PM, e voltar ao local. Quando o homem que estava ao lado do carro percebeu que o ciclista retornava ao local, ele entrou em meio há uma plantação que tem nas proximidades e desapareceu.

Com a chegada da primeira equipe da PM, se descobriu, que debaixo do saco preto havia o corpo da mulher. A vítima estava seminua (sem as vestes de cima). No carro havia sinais de sangue na parte interna e externa. Dentro do automóvel também foi encontrado um par de sapatos feminino além de outros pertences, porém não havia documentos.

A mulher assassinada tem várias tatuagens pelo corpo. Em um dos pés ela tatuou o nome Eduarda. Um investigador da Divisão de Homicídios de Maringá e uma perita da Polícia Científica compareceram na cena do crime. A princípio o carro está registrado no nome de uma empresa de Mandaguaçu, mas existe a possibilidade do carro pertencer à vítima ou até mesmo ao assassino.

O corpo da mulher foi removido e encaminhado ao IML, onde passou por exame de necropsia.

Portal Guaíra com informações do Plantão Maringá