Governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB (Rodolfo Buhrer/Fotoarena/VEJA)

No dia em que o secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini, deixou o cargo em meio à crise provocada pelo confronto entre PM e grevistas em 29 de abril, o governador do Estado mudou de tom quanto ao conflito em declaração postada em seu perfil no Facebook.

Na sexta-feira (8), Beto Richa (PSDB) pediu “humildemente” a compreensão da sociedade.

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“Vamos virar a página do ‘quanto pior, melhor’. Vamos acreditar que as crises podem e devem ser superadas”.[/quote]

 

A posição diverge da que foi inicialmente adotada pelo governador: no dia seguinte ao confronto, ele classificou a ação da PM como ‘natural’.

Há pouco mais de uma semana, cerca de 200 pessoas ficaram feridas no conflito na Praça Nossa Senhora de Salete, em Curitiba, entre professores e policiais, durante uma manifestação contrária à aprovação de um projeto de lei que altera a previdência estadual.

Além de Francischini, o secretário de Educação, Fernando Xavier, e o Comandante-Geral da PM, César Kogut, também deixaram seus cargos.

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“Toda e qualquer forma de violência deve ser repudiada. Sofro com isso mais do que você possa imaginar. Quem me conhece sabe que sempre fui uma pessoa acessível, aberta, uma pessoa do diálogo”, escreveu Richa.[/quote]

Governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB(Rodolfo Buhrer/Fotoarena/VEJA)
Governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB (Rodolfo Buhrer/Fotoarena/VEJA)

Portal Guaíra com informações da Veja