(Foto: Geraldo Bubniak)

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O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) está com mais um processo para responder. É que o Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou o político por atos de improbidade administrativa relacionados às obras da PR-323, entre os municípios de Maringá e Francisco alves, nas regiões norte e noroeste do estado. Além do tucano, outras 11 pessoas e seis empresas também foram acusados, entre elas o ex-chefe de gabinete de Richa, Deonilson Roldo, e Pepe Richa, irmão do ex-governador e ex-secretário de Infraestrutura e Logística.

A ação civil pública foi proposta na sexta e também pede o bloqueio liminar de bens dos acusados. Beto Richa foi alvo do maior pedido, no valor de R$ 27,3 milhões. A defesa do tucano, porém, afirma desconhecer o fato denunciado e irá se manifestar nos autos do processo.

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A ação proposta pelo MPPR tem relação com as investigações da Operação Piloto, da força-tarefa da Lava Jato. As provas obtidas pelo Ministério Público Federal (MPF) foram compartilhadas com o MP paranaense, que acredita que a licitação para duplicação da PR-323 – um contrato de mais de R$ 7 bilhões – tenha sido fraudado. A intensão seria favorecer o consórcio liderado pela Odebrecht, mas a obra acabou não saindo do papel.

Portal Guaíra com informações do Bem Paraná