BETO-RICHA

Na cerimônia de posse do segundo mandato, realizada na tarde de ontem (1º), na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep), o governador Beto Richa (PSDB) não deixou de criticar as relações com o governo federal.

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Segundo o governador, o estado irá exigir da União um tratamento respeitoso. “O Paraná nunca virou as costas para o Brasil. Desejo relações entre ao governo central e o Paraná mais maduras, republicanas e transparentes”, disse o governador. A posse foi aberta ao público, e a galeria da Assembleia ficou repleta de eleitores.

Durante todo o ano de 2014, Richa acusou o governo federal de não atender às demandas locais em virtude de interferências políticas. Ele se referia, por exemplo, aos problemas para a liberação de financiamentos e empréstimos.

Segundo Richa, apesar da atitude do governo federal, o estado assumiu a condução do próprio rumo, firmando-se como referência no agronegócio, no avanço do setor industrial e citou ainda que o salário mínimo regional garantiu o poder de compra da população.

Professores vaiam governador

O governador foi recepcionado com vaias e palavras de ordem em frente ao Palácio Iguaçu.

Alguns educadores, organizados pela APP-Sindicato, entoaram gritos de “caloteiro” quando o tucano se deslocava a pé da Assembleia Legislativa até a sede do governo, onde ele empossou secretários.

No último dia 30 de dezembro, Richa aplicou novo calote em cerca de 40 mil professores contratados em regime PSS.

Segundo o Blog do Esmael, para quem sonha com a Presidência da República, em 2018, o calote no salário dos professores e agentes penitenciários, na véspera do Ano Novo, e as vaias desta tarde são um mau começo para o governador reempossado.

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Portal Guaíra com informações do G1/Blog do Esmael