Os servidores da Unioeste e também os que atuam no Hospital Universitário de Cascavel disseram que não foram notificados pelo Tribunal de Justiça sobre a liminar que determinava o retorno imediato das atividades e que a greve não foi considerada ilegal.

Na próxima sexta-feira (13) em Curitiba eles terão na Assembleia Legislativa um encontro com deputados federais e senadores do Paraná para discutir o andamento da paralisação.

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Na Unioeste são 1.300 servidores técnicos e mais de 2.000 que estão parados, com isso o ano letivo que deveria ter iniciado no dia 02/03, ainda não começou.

“Nós vamos continuar firmes com essa greve, porque nós temos duas pautas, com a questão da previdência, afinal de contas qual a proposta do governo agora, e a questão de revogação imediata do decreto de autonomia financeira proposta pelo governador”.

unioeste

Portal Guaíra com informações da Catve