Para compor o novo calendário escolar, já afetado pela primeira paralisação dos professores, a Secretária de Educação Ana Seres, afirmou que é necessário o fim da paralisação, pois só assim é possível o cálculo de dias de aula a serem repostos, mas já é possível fazer uma previsão.

Ela disse que vai ouvir os Núcleos Regionais de Educação para estudar alternativas, entre elas utilizar a semana das férias de julho, e talvez os sábados.

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A declaração foi após reunião representantes da APP- Sindicato.

Deflagrada no dia 27 de abril, a greve deve durar, no mínimo, até a semana que vem, quando está agendado um segundo encontro entre grevistas e representantes do governo.

Com isso, na melhor das hipóteses, esta segunda greve do ano durará três semanas, ou 15 dias úteis.

Somado aos 29 dias da greve de fevereiro, a preocupação é com o calendário letivo de 2015.

Com a greve do começo do ano, o calendário já havia sido reformulado com uma semana de férias em julho e aulas até o dia 23 de dezembro, e assim manter os 200 dias/letivos determinados por lei. Com essa nova greve, fatalmente teriam que ser usados os sábados para repor as aulas.

Porém, até o final do ano, serão cerca de 25 sábados úteis possíveis.

Se a greve durar mais, até o calendário de reposição ficaria inviável.

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Portal Guaíra com informações da Rádio Educadora/Bem Paraná