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[dropcap color=”#dd3333″]A [/dropcap]Polícia Federal, em cumprimento as ordens judicias deferidas pela Vara Criminal de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), deflagrou na terça-feira, 20, uma ação para reprimir crimes cometidos por indivíduos que ocupam posições de liderança na estrutura de rede de uma facção criminosa que atua dentro e fora de estabelecimentos prisionais no país. Um grupo identificado era responsável por comandar as ações da facção em todos os estados do país, autorizando o ataque a agentes públicos, crimes de tortura, rebeliões e compra e venda de armas de fogo para a prática de crimes.

As decisões partiam normalmente de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara no Paraná e eram difundidas através de uso de telefones celulares e aplicativos de comunicação. Nas unidades prisionais em que as ordens não entravam com uso destes meios de comunicação eram utilizados bilhetes encaminhados por meio de visitantes.

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e 31 mandados de prisão e preventiva de investigados em cidades nos estados de Rondônia (Porto Velho), Rio Grande do Norte (Mossoró), Roraima (Boa Vista), Minas Gerais (Uberaba), Mato Grande do Sul (Dourados e Campo Grande), Paraná (Londrina, Cambará, Curitiba, Araucária, São José dos Pinhais e Piraquara) e São Paulo (Presidente Bernardes, Presidente Venceslau, Lins, Mairiporã, Ubatuba e São Paulo).

O nome da operação policial faz referência a jogada de xadrez que tem por objetivo impedir a movimentação de peças do adversário em uma partida.

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico de drogas e o comércio ilegal de drogas, tráfico de armas, tortura e homicídios.

Portal Guaíra com informações do Bem Paraná


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