A polêmica em torno da demarcação de terras supostamente indígenas na região de fronteira, que traz preocupação e repercute inclusive no Congresso Nacional, inicia uma série de mobilizações para que os proprietários rurais tomem as precauções devidas visando à preservação de suas propriedades.

Na tarde de ontem (08), uma reunião foi realizada na Casa da Cultura de Mercedes com o intuito de debater o assunto. Entidades que representam os agropecuaristas trabalham em um movimento que promete ser nacional em função, inclusive, da participação da Fundação Nacional do Índio (Funai) junto as comunidades indígenas.

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Reunião realizada na nesta segunda-feira (08) na Casa da Cultura, em Mercedes
Reunião realizada na nesta segunda-feira (08) na Casa da Cultura, em Mercedes

Participaram do encontro representantes da Cooperativa Integrada, deputado federal Dilceu Sperafico, prefeita de Mercedes Cleci Loffi, vice-prefeito, secretários, vereadores, agricultores e contou com a participação do presidente da Organização Nacional dos Direitos de Propriedade, Roberto Weber e de representantes da Fundação Nacional do Índio, Funai.

Os municípios adotam algumas estratégias, procurando orientar e esclarecer os agricultores sobre o que na verdade representa a movimentação indígena.

Na região Oeste do Paraná, os índios da tribo avá-guarani, distribuídos em Guaíra, Terra Roxa e Santa Helena, estão aguardando a demarcação das terras. Esta tribo exige uma área de 100 mil hectares. Este número representa 10% da área cultivável do Oeste.

(Leia uma reportagem especial sobre o assunto hoje (09) na edição impressa do Jornal O Presente)