Setenta e seis médicos estrangeiros, que participam da segunda etapa do programa do governo federal “Mais Médicos”, chegaram a Curitiba por volta das 16h15 de sábado (26). Eles foram recepcionados no Aeroporto Afonso Pena pela ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e devem começar a trabalhar a partir do próximo dia 4 de novembro em 18 cidades paranaenses. Apenas na capital, 13 médicos devem atuar nas unidades de saúde.

Os profissionais vão conhecer os hospitais e clínicas especializadas do estado antes de irem para as cidades onde trabalharão, conforme informou o Ministério da Saúde na sexta-feira (25). Segundo a divulgação oficial do programa, 17 médicos irão atuar na região metropolitana de Curitiba, sendo dois em Araucária, cinco em Colombo, três em Fazenda Rio Grande, quatro em Piraquara, um em Campo Largo, dois na Lapa e um em Tunas do Paraná.

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Nas demais regiões do estado, os profissionais estrangeiros atuarão em Cambé, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guarapuava, Jataizinho, Londrina, Marechal Cândido Rondon, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu e Sarandi.

Novos médicos chegam no avião da FAB em Curitiba (foto: Bruno Henrique/Banda B)
Novos médicos chegam no avião da FAB em Curitiba (foto: Bruno Henrique/Banda B)

Números Nacionais

Ao todo, mais 2.167 profissionais estrangeiros chegam às capitais do país neste fim de semana. No grupo, estão 2 mil cubanos, que vieram por meio da parceria do governo brasileiro com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). De acordo com a pasta, os profissionais passaram por três semanas de avaliação em universidade federais em Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Vitória. Antes de se deslocarem para as cidades onde irão trabalhar, os médicos estrangeiros vão estudar, por uma semana, os problemas de saúde mais comuns em cada região.

O Nordeste é a região que receberá o maior número de profissionais, 928. Em seguida, vêm o Sudeste (517), o Norte (358), o Sul (244) e o Centro-Oeste (120).

Com os novos médicos, a cobertura do programa passará de 5 milhões para 13 milhões de brasileiros, conforme o ministério. Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo, pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios são responsáveis por garantir alimentação e moradia.

Fonte: Banda B