ad

[dropcap color=”#dd3333″]E[/dropcap]m casa depois de 21 dias internado, o adolescente Bruno Raphael Facundo, de 15 anos, contou como foi o ataque no Colégio Estadual João Manoel Mondrone, em Medianeira, no oeste do Paraná.

Ele e um jovem de 18 anos, que estavam na mesma sala, foram feridos pelos tiros disparados por outro colega de classe, de 15 anos.

“Era um dia normal. Ninguém sabia o que estava acontecendo. Estava na segunda aula. Tinha começado a aula normal, o professor explicando a matéria e ele apareceu bem transtornado. Ninguém sabia pelo que ele estava passando. Chegou na janela e começou a atirar. Todo mundo começou a correr, eu também e acabei baleado”, lembrou.

Bruno vai continuar em casa o tratamento para a recuperação de parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo, prejudicados pelo projétil que ficou alojado em uma das vértebras da região lombar.

Investigações
Os dois adolescentes de 15 anos, que entraram na escola e atiraram contra outros estudantes, foram apreendidos no dia do ataque e permanecem no Centro de Socioeducação (Cense) de Foz do Iguaçu.

Segundo a polícia, o atirador supostamente vinha sofrendo bullying havia pelo menos cinco anos.

Na casa dele, foram apreendidas mais armas e explosivos.

Na mochila dos suspeitos, a polícia encontrou mais explosivos, uma carta com um pedido de desculpas e recortes com notícias de outros ataques no Brasil e nos Estados Unidos.

Portal Guaíra com informações do G1 Oeste


CLINICA SALUTAR