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policia-civil-paranaUm caso de rapto seguido de estupro de uma adolescente de 14 anos de idade mobilizou boa parte do efetivo da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (SDP) entre a noite de terça-feira (4) e manhã de quarta-feira (5). Após 18 horas de intenso trabalho, a polícia descobriu que tudo não passava de uma armação arquitetada pela própria garota, que de vítima passará a responder procedimento por falsa comunicação de crime.

De acordo com a Polícia Civil, a situação teve início por volta das 18h de terça-feira, após a Polícia Militar (PM) alertar a Polícia Civil (PC) de que uma garota de 14 anos havia sido raptada por um indivíduo desconhecido e estuprada no interior de uma casa abandonada. Diante da gravidade da situação, a PC designou todas as equipes plantonistas para investigar o crime e descobrir o autor.

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Internada no Hospital Universitário (HU), onde passou a receber um coquetel de medicamentos para evitar uma possível contaminação por doenças sexualmente transmissíveis (DST), a garota manteve a versão contada aos pais e à PM .

Desconfiados do caso, os investigadores pediram ajuda à psicóloga da Delegacia da Mulher (DM), que se dirigiu ao hospital para conversar com a vítima. Só na manhã de ontem a garota decidiu recuar na denúncia e contou que inventou a história para encobrir uma relação sexual que teria mantido com o namorado. “Pensei que estivesse engravidado e não sabia como contar para os meus pais”, disse ela. A jovem se recusou a revelar o nome do namorado. Envergonhado, o pai da garota pediu sigilo no caso.

Fonte: O Diario