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Certamente ainda está na memória de muitos rondonenses a imagem do abatedouro clandestino localizado em Margarida, no interior de Marechal Cândido Rondon, onde eram fabricados salames com carnes deterioradas, sendo que o produto era posteriormente comercializado por vendedores ambulantes. O caso veio à tona no ano passado, quando houve a prisão de um casal.

Na época, a Vigilância Sanitária bateu muito em cima de uma tecla: que os consumidores não deveriam comprar produtos que são vendidos de porta em porta, pois não têm qualquer tipo de procedência. Por um tempo a situação ficou tranquila em Marechal Rondon, até que na quinta-feira (05) foi descoberto um novo abatedouro clandestino no município.

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“Foi encontrada quase uma tonelada de filé de peixe, mais precisamente 970 quilos, que estava pronta para ser comercializada. Era um produto sem nenhum tipo de procedência”, informa o chefe da Vigilância Sanitária, Valdir Ost, em entrevista ao Jornal O Presente, ontem (06). Após a apreensão, o produto foi inutilizado ao ser destinado para o aterro sanitário.

A operação comandada pelo Ministério da Agricultura, com apoio da Vigilância, iniciou na quinta-feira à tarde. Uma equipe se deslocou até uma propriedade rural localizada na Esquina Guaíra, nas proximidades da sede municipal. No local, detalha Ost, havia em torno de oito famílias trabalhando com filetagem de peixe. “Era totalmente clandestino. O trabalho era feito em uma casa sem nenhuma condição de higiene, com animais ao redor, como cachorro e galinha”, revela.

Fonte: O Presente