Já começou a remoção das 63 toneladas de resíduos eletrônicos que serão reciclados ou descartados de forma ambientalmente correta, depois de permanecerem guardados por até 30 anos no Almoxarifado de Itaipu. A retirada prossegue nas próximas semanas e é feita pela Irmãos Krefta Ltda, de Foz do Iguaçu. A empresa, vencedora da licitação aberta pela Itaipu em setembro, receberá R$ 9.450 pelo transporte e destinação sustentável dos equipamentos, considerados inservíveis para a binacional.

As 63 toneladas estão guardadas em 23 caixas, com cerca de 2,8 toneladas cada. Parte do material será reciclada no Brasil e outras peças serão remetidas ao Japão, país que detém tecnologia para separar e reaproveitar metais pesados presentes no lixo eletrônico. Entre eles estão mercúrio, chumbo, cádmio e berílio, usados nas placas de computadores. O prazo do contrato é de 180 dias.

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Na primeira etapa, os componentes são retirados do Galpão 4 do Almoxarifado de Itaipu e  levados à sede da Irmãos Krefta, no bairro Parque Imperatriz, em Foz do Iguaçu. No local, as peças serão triadas e seguirão para outras empresas especializadas em cada classe de resíduo.