Cabeceira da Ponte Ayrton Senna em Guaíra (foto: AdrielMarcelo/PG)
Cabeceira da Ponte Ayrton Senna em Guaíra (foto: AdrielMarcelo/PG)
Cabeceira da Ponte Ayrton Senna em Guaíra (foto: AdrielMarcelo/PG)

Está programado para esta sexta-feira (13), nas proximidades da Ponte Ayrton Senna, aqui em Guaíra/PR, uma grande manifestação dos professores da rede Estadual de Ensino.

Conforme informado, os educadores de Guaíra não estarão sozinhos. Professores que pertencem ao núcleo de Toledo e Assis Chateaubriand, já confirmaram presença na fronteira.

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Logo nas primeiras horas da manhã, por volta das 08h30, todos irão se concentrar na Praça Castelo Branco (popularmente chamada de Redondo) e, após, seguirão em passeata pela Avenida Almirante Tamandaré até a Ponte Ayrton Senna.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que tem a sua Delegacia em anexo a Ponte, um oficio em nome dos Professores foi entregue comunicando sobre a manifestação desta sexta-feira, e dizendo que os educadores entregarão panfletos explicativos aos motoristas, de forma ordeira e coordenada. Em nenhum momento houve a indicação de que a ponte poderá ser bloqueada.

Curitiba

Segundo o APP Sindicato, mesmo com o recuo do Governo do Estado retirando o “pacotaço de maldades” e ordenando que os projetos de lei 06/2015 e o 60/2015 retornassem a Casa Civil, a grave continua e o acampamento também.

“A nossa greve continua, porque não houve negociação de nenhum outro ponto da pauta da greve. Estamos em uma greve forte e ficaremos, no Carnaval, no acampamento em frente ao Palácio Iguaçu”, informou o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão. Ele também esclareceu que a retirada dos projetos não é, de jeito nenhum, motivo para desmobilizar. “Diante da pressão, o governo retira as medidas. Mas, é claro, já fica subentendido que, num outro momento, eles voltarão a atacar a Educação, a previdência e a carreira dos servidores”, alerta.

Segundo Hermes, a categoria não sai da greve sem o pagamento imediato dos salários em atrasos (PSS, 1/3 de férias, auxílio alimentação e conveniadas). Além disso, a retomada das negociações sobre os temas educacionais e a organização escolar, bem como a retomada do Porte das Escolas (tendo como referência mínima dezembro de 2014). “Com as medidas do governo, houve um verdadeiro desmonte das escolas, com redução de professores, diretores, pedagogos, funcionários, de turmas e matrículas. Algo inaceitável”, denuncia Hermes.

A PRF deverá acompanhar toda a manifestação dos educadora (foto: AdrielMarcelo/PG)
A PRF deverá acompanhar toda a manifestação dos educadores (foto: AdrielMarcelo/PG)

Portal Guaíra com informações do Jornal Rio Paranazão/APP Sindicato