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Com o intuito de prevenir e coibir a ação criminosa, principalmente àqueles relacionado ao crime ambiental, o Município de Guaíra atendeu uma sugestão encaminhada pelo Ministério Público do Estado do Paraná no último mês de julho, que solicitou ao poder executivo de Guaíra que criasse meios que impedisse o assoreamento do rio Taturi e do trânsito de veículos pela trilha localizada entre a cerca do aterro sanitário e a barranca do rio Taturi.

A medida adotada pelo Município de Guaíra foi a fixação de cerca na localidade em questão, ação que impede o acesso por vias terrestres e vias fluviais.

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Segundo o chefe da Guarda Municipal de Guaíra, Edson Manoel Auler, a fixação de cerca na área atende a necessidade de se preservar o local, ao impedir o acesso de pessoas que fariam o uso de um porto clandestino na área próxima à Estrada da Faixinha.

Segundo o Ministério Público do Estado do Paraná, autoridades policiais do BPFron (Batalhão de Polícia de Fronteira) teriam alertado o MP/PR a respeito do risco ambiental e a necessidade de eliminar o acesso ao porto clandestino, e assim desmotivar a prática de novas ações criminosas na região.

O Município entende e reconhece que a área em questão deve ter ações que vise a preservação do meio ambiente, e que a limitação do acesso por terra e por rio, assim procura reduzir e eliminar os níveis de poluição sonora e de contaminação atmosférica, do solo e de recursos hídricos.

O fechamento do porto clandestino foi acompanhada de perto por policiais do BPFron.

PORTO CLANDESTINO 2

PORTO CLANDESTINO 3

PORTO CLANDESTINO

Portal Guaíra via Assessoria