[dropcap color=”#81d742″]N[/dropcap]a tarde de terça-feira (22) os vereadores Lumi Suga, Marlene Dallacosta e Carlos Czerwonka, estiveram em uma nova reunião no Fórum Eleitoral de Guaíra, mas dessa vez para receberem uma boa notícia.

Há algum tempo, o Juiz Eleitoral da 90ª Zona, Christian Leandro Pires de Camargo Oliveira, convocou políticos, funcionários do Fórum e a população em geral, para expor sua preocupação e informar sobre os prejuízos de perder a 50ª Zona Eleitoral do nosso município, mas agora afirmou a tão esperada permanência.

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Não só o Juiz Christian, como também diversos juízes do Paraná estão preocupados com essas mudanças, porque aproximadamente 87 zonas eleitorais poderão ser extintas por determinação de uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, através do presidente, ministro Gilmar Mendes.

Conforme uma matéria publicada pela Gazeta do Povo, para os juízes do Paraná, o principal impacto é no combate à corrupção eleitoral, pois segundo o presidente do TRE-PR, desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira, “não haverá mais juiz nem promotor em aproximadamente metade das zonas hoje existentes e o combate ao abuso de poder econômico, ao abuso político e todas as demais fiscalizações serão prejudicadas”.

O Juíz Christian, aproveitou a oportunidade do encontro com os vereadores e solicitou ainda o apoio deles junto ao Tribunal Superior Eleitoral, através de Deputados e Senadores.

Já no próximo dia 1° de setembro, às 11h, será realizada uma Audiência Pública no Fórum Eleitoral de nossa cidade, com a presença do Corregedor Regional Eleitoral, Desembargador Luiz Taro Oyama, que para nosso orgulho é nascido em Guaíra, e virá acolher as sugestões para o aprimoramento dos serviços eleitorais em nosso município.

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), apresentou na última quinta-feira (17), uma proposta alternativa ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para evitar a extinção de 87 zonas eleitorais no estado. No entanto, a sugestão mantém o fechamento de 16 zonas eleitorais, em 13 cidades. Nada muda para os eleitores, que continuam com os atuais títulos e os mesmos locais de votação.

As informações são da jornalista Adriane Schirmann