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A Comissão Central Organizadora da 43ª Festa das Nações esteve reunida para uma importante tomada de decisão.

Segundo os responsáveis pelas empresas licitadas para a realização da reforma dos pavilhões do Centro Náutico Marinas, local onde é realizada a maior festa filantrópica do Estado do Paraná, o trabalho não pois será ser concluído em tempo hábil para o evento de 2019.

A quantidade de chuva acima do normal dos últimos dias foi um dos motivos usados para justificar o atraso na obra. Segundo a engenheira responsável Adriele Zanco, a obra não iria ficar completa até a data da festa, seria feito uma adaptação para atender as necessidades emergentes do evento, fato esse que não certificaria a aprovação do bombeiro, pois obras inacabadas oferecem riscos a população. “Juntando todos os motivos, viu-se necessário informar a comissão organizadora para alinhamento de alternativas para a realização da festa. Não foi apenas um motivo, foram vários e na incerteza, pensamos que seria melhor traçar algo concreto para a realização da 43ª Festa das Nações”, enfatiza a engenheira.

A Comissão definiu em reunião no fim da tarde de ontem (20), que será investido em uma estrutura alternativa que abrigará toda a festa na parte debaixo do Centro Náutico.

O diretor de obras, Luis Ferroquina explicou que o tamanho da exposição Industrial e Comercial e da 5ª Fronteira do leite não sofrerá alterações em tamanho, apenas haverá mudança no desenho da disposição das feiras para abrigar ao lado o palco para os shows. A maior alteração será para as colônias e barraquinhas gastronômicas, pois as colônias serão implantadas onde ficava o espaço de lanches que será colocado centralizado entre o parque e o espaço de shows. “Parece confuso falando assim, mas no papel e depois de montado todos poderão ver que ficará uma bela festa, estruturada, segura e com certeza vai proporcionar momentos inesquecíveis mais uma vez para a população guairense”, disse o diretor.

O pastor Jose Carlos Delfino , presidente da Comissão Central Organizadora da 43ª Festa das Nações, diz, “Devemos sempre olhar as coisas pelo lado positivo, há males que vem pra bem. Precisamos pensar na segurança da população em primeiro lugar e se o local não oferece isso, então devemos colocar em ação o plano B. A estrutura das colônias estará diferente, mas isso não altera o objetivo da festa que é angariar fundos para as entidades e ofertar diversão e entretenimento a população. Creio que o plano B terá suas surpresas positivas e no fim tudo dará certo. Vamos fazer a melhor festa.”

Portal Guaíra via Assessoria


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