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[dropcap color=”#1e73be”]S[/dropcap]e tinha alguém desconfiado com o nível da 41ª Festa das Nações, qualquer tipo de má impressão foi dissipada, evaporou, escafedeu-se.

A festa começou com o pé direito, com muitos fogos de artifício e o colorido especial do reggae. Guaíra, Brasil, Jamaica. Todas as fronteiras livres com o canto de paz e amor do Cidade Negra. O público bem que poderia ter sido melhor, mas nada que tire o brilho da apresentação de Toni Garrido e companhia.

Veio o sábado. Festa das Nações com cara de Festa das Nações: bateu aquela nostalgia enxergar o anfiteatro lotado, as pessoas se espremendo em busca de um bom lugar para ver Antony e Gabriel. E então foi a hora e a vez dos celulares acenderem. “Eu Te Amo, Pinga”, “TCC”, “Seu Padre”, entre outras canções, mexeram com a galera.

Dizem que o domingo é um dia monótono. Nunca na Festa das Nações e jamais sendo véspera de um feriado. A domingueira foi boa do início ao fim. Começou com o tradicional almoço das barracas e culminou com um grande show. Porque lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive no palco. A brutaiada sertaneja teve que se curvar à viola de Bruna, misto de delicadeza e batida firme nas cordas de aço.

Simpática, segura e carismática, ela deu um verdadeiro espetáculo, recebeu os fãs, visitou a Fronteira do Leite e surpreendeu quem não a conhecia.

No último dia, aquele gostinho de quero mais misturado ao cansaço por tantos dias de folia.

A chuva bem que tentou botar água no chope, mas não teve jeito: no final, o tempo ficou mais firme e o show infantil garantiu um fechamento em grande estilo.

Portal Guaíra via Assessoria


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