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Felipe Cogorno Alvarez, dono do Shopping China é um dos nomes que aparecem na lista de prisão decretada na Operação Patrón, nova fase da Lava Jato, deflagrada nesta terça-feira (19), pela Polícia Federal.

O pedido foi expedido pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

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Conforme o jornal ABC Color, do Paraguai, Cogorno teria ocultado US$ 500 mil dólares do doleiro Dario Messer. O Shopping China, uma das lojas que pertencem a ele, estão localizadas nas principais cidades de fronteira do Paraguai com o Brasil: Pedro Juan Caballero, Salto del Guairá e Ciudad del Este.

A decisão do juíz Marcelo Bretas diz que, em junho de 2018, quando estava foragido, Messer mandou uma carta ao ex-presidente do Paraguai pedindo US$ 500 mil para cobrir gastos jurídicos.

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e prisão em Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense na fronteira com o Paraguai. Lá, os alvos seriam da família Mota.

De acordo com o documento expedido, a Polícia Federal cumpre 19 mandados de prisão.

Ainda segundo o site Top Mídia News, na lista, estão os nomes do pecuarista de Ponta Porã Antonio Joaquim da Mota, da mulher dele Cecy Mendes Gonçalves da Mota e do filho do casal, Antonio Joaquim Mendes Gonçalves da Mota, além do ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes, sócio do doleiro Dario Messer, apontado como “o doleiro dos doleiros”, preso em julho deste ano.

Além deles, aparecem na lista emitida Myra de Oliveira Athayde, Arleir Francisco Bellieny, Najun Turner, Valter Pereira Lima, Edgar Ceverino Aranda Franco, Jorge Alberto Ojeda Segovia, Dario Messer (doleiro, já preso), Alcione Maria Mello de Oliveira Athayde, Roland Pascal Gerbauld, Lucas Lucio Mereles Paredes, Luiz Carlos de Andrade Fonseca, Roque Fabiano Silveira, José Fermin Valdez Gonzales, Maria Letícia Bóbeda Andrada, Orlando Mendes Gonçalves Stédile e Orlando Stédile.

As informações são do TopMidiaNews