Prejuízo para o crime organizado. A apreensão de cigarros contrabandeados e ações de destruição, como a realizada na quinta-feira (03), em Foz do Iguaçu, representam mais de R$ 870 milhões em perdas para o crime organizado apenas neste ano. De janeiro a outubro de 2020 já foram eliminados 175 milhões de maços de cigarros do crime.

A última força-tarefa coordenada pela Receita Federal, realizada nesta quinta-feira (03) com apoio do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), levou à destruição mais de 75 milhões de unidades de cigarros contrabandeados, apreendidos ao longo do ano no Mato Grosso do Sul e no Paraná.

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A carga, avaliada em cerca de R$ 18,75 milhões, foi transportada em sete carretas – quatro partiram de Mundo Novo, com 81,2 toneladas, e outras três saíram de Guaíra, com 23,8 toneladas – até a unidade da Receita Federal de Foz do Iguaçu, que conta com equipamento específico para a eliminação de grandes quantidades de cigarros, sem causar prejuízo ao meio ambiente.

Segundo dados da Receita, apenas neste ano foram apreendidos mais de 206 milhões de maços de cigarros do crime. O produto é o mais contrabandeado para o Brasil e representa 38,42% do valor total de mercadorias apreendidas de janeiro a outubro deste ano – que ultrapassa R$ 2,6 bilhões. Ou seja, mais de R$ 1 bilhão dos produtos apreendidos é em cigarros do crime.

Portal Guaíra via Assessoria