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O secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, respondeu na quinta-feira (28) crítica feita por ex-presidentes do Banco Central e disse que concorda que talvez o governo Jair Bolsonaro seja menos liberal do que prega, mas que é o mais liberal que o país já teve.

“Talvez este governo tenha um discurso mais liberal do que está praticando. Concordo. Mas nunca governo nenhum teve uma prática tão liberal quanto este. Isto é claro”, afirmou em evento promovido pelo banco Credit Suisse em São Paulo.

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Na terça-feira, no mesmo evento, os ex-presidentes do BC Gustavo Franco, Pérsio Arida e Armínio Fraga, que comandaram a autoridade monetária durante o governo Fernando Henrique Cardoso, criticaram o andamento da agenda de privatizações e a abertura comercial brasileira.

“Nós somos taxados de que a agenda do governo foi uma decepção. Ok. A meta era 80 [bilhões de reais] vendemos 105 [bilhões de reais]. Talvez seja uma decepção, talvez devêssemos propor uma meta de 200 [bilhões de reais]”, emendou Mattar.

De acordo com Salim, a meta da secretaria é vender R$ 150 bilhões em empresas com participação estatal neste ano.

“Os liberais têm a primeira chance de mostrar ao que vieram. A responsabilidade é muito grande”, disse. “Temos de dar o máximo e implementar a pauta mais liberal possível, disse.

Portal Guaíra com informações do G1