(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O Partido Liberal (PL) anunciou na quarta-feira (04), consenso da legenda e da base aliada para escolha de Rogério Marinho (PL-RN) para concorrer à Presidência do Senado Federal.

Em nota divulgada, o partido coloca o senador como alternativa para “restabelecer a ordem, independência e o tamanho do Senado Federal” e garante que “não existe a possibilidade” de desistência do pleito para negociar cargos na mesa diretora, e na presidência das Comissões.

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“Notícias como a publicada [sobre acordos] não são verdadeiras e mostram o quanto o adversário está preocupado. Estamos unidos. Vamos juntos. E vamos vencer”, afirmou o senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL no Senado. A escolha de Rogério Marinho para a eleição interna já era dada como certa.

A definição do ex-ministro do Desenvolvimento Regional aconteceu em 07 de dezembro, durante reunião da cúpula do partido em Brasília. O entendimento é que com uma união com o Progressistas, de Arthur Lira (PP-AL), e com o União Brasil, partido de Luciano Bivar, faltariam poucos votos para derrubar Rodrigo Pacheco (PSD-MG), atual presidente do Senado, que deve buscar a reeleição para o próximo biênio com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Rogério Marinho foi eleito senador pelo Rio Grande do Norte com 41,85% dos votos válidos, o que representa mais de 708 mil eleitores, superando Carlos Eduardo (PDT) e Rafael Motta (PSB).

Foi a primeira vez que o ex-ministro disputou uma cadeira no Senado Federal. O mandato de Marinho terá início em 2023 e se estende até 2030.

Portal Guaíra com informações da Jovem Pan