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Uma perícia feita no celular de Cristiana Brittes, ré no processo que investiga a morte do jogador Daniel Correa Freitas, em outubro de 2018, indicou que os aplicativos de redes sociais e mensagens foram excluídos do aparelho após a morte do jogador. A perícia foi feita pela Polícia Científica, de acordo com informações da RPC.

O laudo que aponta que houve a exclusão de aplicativos que teriam resultado na exclusão de todas as eventuais mensagens armazenadas e que o sistema operacional do aparelho não registra “de maneira explícita a data/hora de desinstalação de aplicativos”.

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A perícia indica que até a data da morte de Daniel todos os aplicativos estavam instalados no telefone. Poucas horas antes de ser presa, Cristiana levou o celular para uma loja de assistência técnica por causa de um defeito no aparelho.

Conforme o laudo, o telefone teve um problema no áudio. O dono da loja foi quem entregou o aparelho de Cristiana para a polícia.

O que dizem os advogados
A advogada da família do jogador, Mithelle Weber, disse que foram apagados os meios de provas.

“Posteriormente, esse aparelho foi entregue pra autoridade policial. Se a acusada quisesse contribuir com o inquérito naquele momento, ela poderia ter resgatado e ter fornecido isso. Mas a gente sabe que nada foi feito porque seria um atrapalho à linha de defesa”, afirmou.

Renan Pacheco Canto, advogado da família Brittes, disse que apagar os aplicativos “é um procedimento padrão pra você não expor dados pessoais numa assistência técnica”.

“Isso é algo natural e demonstra ali a inexistência de qualquer vínculo anterior entre Edison Brittes e Daniel. As conversas indicam que Edison sequer conhecia a pessoa Daniel um ano antes”, explicou.

Portal Guaíra com informações da RPC