Um bilhete que indicaria uma oferta para “resgatar” Édison Brittes Junior da Casa de Custódia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, teria causado a transferécia dele para a Casa de Custódia de Curitiba na sexta-feira (8). Brittes, que confessou ter matado o jogador Daniel Correa Freitas, foi transferido para a Capital na tarde desta sexta. De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp), a transferência ocorreu “por motivo de segurança”.

A Sesp ainda não confirmou a existência do bilhete ou qualquer plano para “arrebatamento do preso”. A defesa técnica de Édison Brittes Júnior informou por meio de nota que “está tomando conhecimento dos fatos relatados”. A defesa, comandada pelo advogado Claudio Dalledone Junior, afirmou em nota que “recebe com estranheza a informação do suposto bilhete que teria circulado e sido encontrado dentro da Casa de Custódia de São José dos Pinhais em data e horário em que Édison Brittes Júnior estava no Fórum de São José dos Pinhais acompanhado as audiências que investigam a morte do jogador Daniel”.

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Em entrevista à Rede Massa, Dalledone disse que é comum esse tipo de oferta de “arrebatamento” na cadeia. “O que ocorre dentro da cadeia é que eles [os presos] recebem bilhetes e em um dos bilhetes existia uma proposta de arrebatamento dele. Um preso fez um bilhete e disse ‘Se você me pagar R$ 70 mil, eu consigo te arrebatar’”, disse o advogado.

Portal Guaíra com informações do Bem Paraná