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[dropcap color=”#81d742″]O[/dropcap]s especialistas da área estão afirmando que as novas tecnologias aplicadas ao setor agrário serão a chave que permitirá enfrentar os desafios que ainda estão por vir. Isso porque espera-se que em 2050 haja 9.500 milhões de pessoas para serem alimentadas no mundo, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

De acordo com um artigo publicado pelo portal especializado agriculturers.com, essas tecnologias são numerosas e estão começando a dar seus primeiros passos nas operações agrícolas. Dentre as tendências que estarão por vir na próxima década, se destacam os sensores, que podem ser usados tanto na agricultura quanto na pecuária.

“Assim, hoje em dia, é possível saber a quantidade exata de água que uma cultura exige graças a sensores como dendrômetros. Ou, para saber se uma vaca está em trabalho de parto graças ao uso de ‘colares digitais’ que eles usam em seus pescoços e que oferecem ao agricultor informações sobre seu status e nível de atividade com os quais é possível tomar decisões e monitorar o que acontece”, diz o texto.

No entanto, os dados oferecidos pelos sensores, em muitos casos, não têm uso se não forem processados e analisados adequadamente. “Daí a necessidade de desenvolver tecnologias para análise maciça de dados, o que é conhecido como big data. Essa tecnologia permite analisar em tempo real todos os dados coletados na fazenda e retornar às recomendações e previsões dos agricultores, melhorando a tomada de decisão”, explica.

Os especialistas dizem que o problema com os dados é que eles podem ser manipulados ou podem ser usados indiscriminadamente por pessoas não autorizadas. Portanto, tornou-se necessário desenvolver uma tecnologia que permita a criptografia desses dados, garantindo que ninguém possa interferir, por isso o blockchain também é uma das tendências para a próxima década.

Portal Guaíra com informações do Agrolink