ad

[dropcap color=”#dd3333″]U[/dropcap]ma representação criminal foi apresentada ontem (7) na delegacia de Marechal Cândido Rondon contra uma empresa de empréstimos.

Segundo a representação, uma idosa de 77 anos teve uma assinatura falsificada em um contrato de empréstimo.

Segundo o documento assinado pelo advogado Jefferson Makyama a mulher tem benefício de cerca de R$ 1,8 mil por mês e, no final do ano passado pediu em determinada empresa um empréstimo de R$ 5 mil. Na mesma oportunidade iniciou uma tratativa para outro empréstimo, de R$ 1.681,50, com a mesma empresa.

Em 15 de janeiro, como o dinheiro estava demorando a ser creditado, pediu para cancelar a proposta. Sua surpresa foi que no mesmo dia o valor foi creditado em sua conta e por telefone foi informada pelo banco que o crédito não havia ocorrido por falta de assinatura na proposta, situação que ela desconhecia. Ao solicitar a cópia do contrato ao banco, a idosa constatou que a assinatura foi falsificada.

As assinaturas foram encaminhadas para um perito particular, que é aposentado do Instituto de Criminalística de Cascavel-PR. O profissional constatou “sem maiores dificuldades” que houve falsificação.

“Ele foi concebido mediante imitação de memória, ou seja, aquela modalidade de falsificação em que o falsário conhecendo a assinatura que deseja reproduzir grafa-a conforme a sua concepção. Nesta modalidade de falsificação, pela condição de o falsário não possuir a sua frente o modelo a ser reproduzido, comete erros, pois se esquece de alguns feitios. São os lapsos de memória. Por conseguinte, alguns trechos formais revelam semelhanças e outros divergem”, disse o perito.

Como houve, em fevereiro, desconto no salário da idosa, é possível que informações falsas tenham sido prestadas ao INSS.

A Polícia Civil vai avaliar o pedido para apuração de caso. Se constatadas as irregularidades a empresa pode responder criminalmente.

Portal Guaíra com informações da CGN


CLINICA SALUTAR