A segunda-feira (01) chega ao fim com poucas movimentações, a maioria negativas, para os preços do milho no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pelo equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações apenas no Oeste da Bahia (0,66% e preço de R$ 38,00).

Já as desvalorizações apareceram nas praças de Itapetininga/SP (2% e preço de R$ 49,00), Ponta Grossa/PR (2,17% e preço de R$ 45,00), Castro/PR (2,22% e preço de R$ 44,00), Cândido Mota/SP (2,22% e preço de R$ 44,00) e Brasília/DF (3,75% e preço de R$ 38,50).

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De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, o mercado físico do milho dos últimos dias ficou praticamente de lado. “Houve poucas alterações de preços no estado, com um volume limitado de negócios. A cautela persiste no início desta semana”.

Ainda nesta segunda-feira, o Cepea divulgou sua nota semanal informando que as cotações do milho recuaram na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea, devido ao início da colheita da segunda safra.

“De modo geral, compradores se afastam das negociações envolvendo grandes lotes, à espera de recuos mais intensos”, diz a publicação.

Na região consumidora de Campinas (SP), de 22 a 29 de maio, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa recuou 0,59%, fechando a R$ 50,19/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 29. Segundo pesquisadores do Cepea, neste caso, compradores com maior necessidade de abastecer estoques acabam cedendo nas negociações, limitando a baixa nos preços.

B3

A Bolsa Brasileira (B3) operou durante todo o dia com viés de baixa para os preços futuros do milho. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,05% e 0,96% por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 44,85 com perda de 0,53%, o setembro/20 valia R$ 43,80 com queda de 0,05% e o novembro/20 era negociado por R$ 46,40 com desvalorização de 0,96%.

Porta Guaíra com informações do Notícias Agrícolas