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A Usina Hidrelétrica Governador José Richa, em Capitão Leônidas Marques, no Oeste do Estado, teve nesta semana a maior vazão desde sua entrada em operação, em 1999, chegando a 16 mil metros cúbicos de água por segundo. O recorde de vazão foi causado pelo grande volume de chuvas sobre a bacia do Rio Iguaçu. As 14 comportas do vertedouro foram abertas pela Copel para escoar a água do reservatório, despejando cerca de 7 milhões de litros de água por segundo.

O efeito das chuvas também acontece em outras usinas da Copel. Na terça-feira, a vazão vertida da Usina Mauá estava em 3.400 metros cúbicos por segundo, e o reservatório já se encontrava em seu nível máximo de 635 metros. Na Usina Mourão, a vazão média é de 14,4 metros cúbicos por segundo. Em 1983, ano de grande enchente, chegou a 155 metros cúbicos por segundo. Às 4h de de terça-feira (25) foram registrados 250 metros cúbicos por segundo.

Na Usina Cavernoso II, que tem vertedor com soleira livre (não funciona com comportas, mas simplesmente a água excedente passa sobre a barragem), chegou-se a constatar lâmina livre de 3 metros de água sobre a crista da barragem. Na Usina Bento Munhoz, com vazão média de 660 metros cúbicos por segundo, foi registrada na terça vazão máxima de 3.600 metros cúbicos por segundo. A máxima histórica, de 1983, foi de 10.150 metros cúbicos por segundo.


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