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O Dnit, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, licitou ontem (15) as obras de duplicação de dois trechos da BR-163, na região Oeste do Estado. São 112,9 quilômetros em dois percursos – 38,9 quilômetros entre Toledo e Marechal Cândido Rondon e 74 entre Cascavel a Marmelândia, distrito de Realeza. Os menores valores apresentados foram de R$ 306,5 milhões para Toledo/Rondon e de R$ 579 milhões para o trecho de Cascavel/Marmelândia. A soma chega aos R$ 885,5 milhões, média de R$ 7,8 milhões por quilômetro.

O sistema empregado nas duas licitações foi o RDC, Regime Diferenciado de Contratações Públicas. Nele, as empresas vencedoras devem apresentar os projetos, licenças ambientais, resolver questões ligadas às desapropriações e executar as obras. O primeiro processo (Toledo/Rondon) foi realizado pela manhã, no auditório da Superintendência do Dnit no Paraná, em Curitiba.

Quatro empresas participaram – Sanches Tripolini/Maia Melo, Ivai/Aterpa/Concresolo, Técnica Viária/Castilho/Urbaniza e Construtora Triunfo. Os valores originais das propostas eram, respectivamente, de R$ 339 milhões, R$ 335,6 milhões, R$ 347,5 milhões e de R$ 480,5 milhões. Depois dos lances verbais, o menor valor apresentado à execução das obras foi o do Consórcio Técnica Viária/Castilho/Urbaniza, de R$ 306,5 milhões. O trecho abrangido é entre os kms 235 e 274.

Cinco empresas

A disputa pelo segundo lote, entre Cascavel e Marmelândia, envolveu cinco empresas – Sanches Tripolini/Maia Melo (que apresentou valor de proposta de R$ 649 milhões), Técnica Viária/Castilho/Urbaniza (R$ 662 milhões), Ivai/Aterpa/Concresolo (R$ 695,3 milhões), JMalucelli Construtora (R$ 692,9 milhões) e Construtora Triunfo (R$ 778,6 milhões). Depois dos lances, o menor valor foi apresentado pelo Consórcio Sanches Tripolini/Maia Melo, de R$ 579 milhões. O valor médio de contratação de cada um dos lotes foi de R$ 442 milhões.

O Dnit deverá informar o resultado oficial nos próximos dias. No momento das licitações, nenhuma empresa manifestou interesse em interpor recurso. No trecho de 74 quilômetros (kms 117 ao 191), além das obras de duplicação, serão construídas marginais, trevos e a segunda ponte sobre o rio Iguaçu.

Caso tudo corra bem, a previsão é de que os trabalhos iniciem em dois meses. Nas duas situações, o cronograma deverá ser vencido em 1.080 dias, ou três anos.

Fonte: O Paraná


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