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Está marcado para quinta-feira, 1º de setembro, a partir das 8 horas, no Fórum da comarca de Ubiratã/PR, o julgamento de Anderson de Oliveira, acusado de matar e esquartejar o corpo da jovem Tatiane Jezualdo, 25 anos, em junho de 2014. Os dois trabalhavam na cooperativa Unitá, de Ubiratã, e Tatiane foi morta após aceitar uma carona com Anderson para se deslocar à empresa. Eles não trabalhavam no mesmo setor, mas se conheciam há muito tempo, porém nunca tiveram nenhum tipo de relação, segundo apurou a Polícia Civil.

O julgamento foi marcado pelo juiz Ferdinando Scremin Neto e a previsão é de que deverá durar mais de 30 horas. Por medida de segurança, o juiz limitou o acesso do público ao plenário, permitindo apenas a presença de familiares da vítima, do réu, advogados, imprensa, além de outros profissionais envolvidos com o processo. Oliveira foi preso logo após o crime, acusado de homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver.

Após Tatiane entrar em seu carro, Anderson declarou à polícia que pegou a rodovia em direção a Cascavel porque queria dar um susto na jovem. No início disse que ela morreu de infarto, mas após parte do corpo da vítima aparecer no rio, o rapaz mudou a versão. Disse que após parar perto do Rio Piquiri e discutir com ela, decidiu matá-la esganada. Em seguida pegou o corpo e levou até uma propriedade onde morou por muito tempo, próximo ao Rio Carajás, Lá, ele esquartejou o corpo com um facão e jogou os pedaços no rio. “Ele disse que tentou queimar o corpo usando as roupas da vítima e alguns galhos de árvores, mas como não conseguiu destruir tudo, decidiu jogar as partes no rio”, contou na época o delegado-adjunto da 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, Marino Marcelo de Oliveira.

Depois do crime, o rapaz voltou para a cidade e enviou uma mensagem pelo celular de Tatiane à mãe dela, dizendo que tinha ido a Cafelândia. A família ficou desconfiada, acionou a policia e o rapaz acabou preso. Os bombeiros, após várias buscas no rio, resgataram o tronco, um braço com antebraço e parte de uma das pernas da vítima. A Polícia Civil teve acesso a um vídeo feito por Anderson, onde a jovem teria implorado para não ser morta e nem agredida.

Portal Guaíra com informações do Portal Itribuna


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