ad

[dropcap color=”#1e73be”]A[/dropcap] Secretaria de Ação Social, através do CREAS, vem colaborar na divulgação da campanha #NãoéAmorQuando, lançada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e que está sendo divulgada nas redes sociais, como Facebook, Twitter e YouTube. A ação destaca gestos e comportamentos que indicam que a relação caminha para a violência.

De acordo com a Lei Maria da Penha, é considerado crime contra a mulher a violência psicológica, moral, sexual, patrimonial ou física. Há uma vasta literatura que aponta sinais clássicos de comportamentos abusivos e violência psicológica. As mulheres podem se identificar com algum ou alguns deles.

“Muitas mulheres sofrem violência e não se dão conta. Quando são xingadas, são expostas em grupos, têm sua autoestima ferida ou até mesmo perdem a autonomia sobre seu patrimônio”, explica a psicóloga e coordenadora do CREAS, Pâmela Winter.

Alguns exemplos de atitudes consideradas abusivas:
– Humilhar e fazer piada a seu respeito quando vocês estão entre amigos;

– Discordar frequentemente das suas opiniões e desconsiderar suas ideias, sugestões e necessidades;

– Fazer com que você se sinta mal a respeito de si mesma;

– Dizer que você é “muito sensível” quando você reclama de algo;

– Quer controlar a maneira como você se comporta;

– Quando você sente que precisa pedir permissão para sair sozinha;

– Controlar seus gastos financeiros;

– Tentar diminuir seus sonhos, suas conquistas e esperanças;

– Fazer com que você se sinta sempre errada.

A Central de Atendimento à Mulher 180
Ligue 180 é um serviço que ouve e orienta mulheres sobre seus direitos, além de receber denúncias de violência, sugestões, reclamações, elogios e outros serviços. As atendentes têm treinamento humanizado e são capacitadas em questões de gênero, legislação, políticas do governo federal para as mulheres, informações sobre a violência contra a mulher e, principalmente, na forma de acolher e orientar nos procedimentos a serem adotados na busca do serviço adequado.

O Ligue 180 também recebe e encaminha ligações sobre outros tipos de violência contra a mulher, como, por exemplo, Cárcere Privado, Exploração Sexual e Violência Obstétrica.

Em 2016, o Ligue 180 realizou mais de um milhão de atendimentos (1.133.345), 51% a mais do que os registros de 2015. Do total, 12,3% relatam violência, sendo a física em primeiro lugar (50,70%), seguida da violência psicológica (31,80%).

Portal Guaíra via Assessoria


CLINICA SALUTAR