Foto: Goionews
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[dropcap color=”#dd3333″]D[/dropcap]epois de horas de tensão e intensas negociações, chegou ao fim por volta das 9h de quinta-feira (8) a rebelião na cadeia pública de Goioerê. O motim começou cerca de meia noite.

Os presos exigiram a presença da imprensa para negociar a entrada da polícia para vistoria do interior do presídio. Mesmo assim, a rebelião continuou. O fim do levante aconteceu quando os presos não aguentavam mais de sede – estavam sem água desde a madrugada. Uma conversa entre líderes dos presos, o Capitão Renato, o Delegado Thiago Soares e o chefe dos agentes de cadeia encerrou o motim.

Toda a negociação foi conduzida pelo Capitão Renato, comandante da 2ª Cia da PM de Goioerê. Por nove horas ele manteve contato constante com o líder dos presos, Willian Coiote.

Os momentos mais tensos foram quando os presos ameaçaram matar dois detentos que teriam sido feitos reféns.

Cerca de 40 policiais militares de Goioerê e região cercaram o prédio da cadeia e depois entraram no presídio. Os presos exigiram a presença da imprensa para garantir que não haveria abuso por parte dos policiais.

Depois do encerramento, a polícia iniciou um levantamento dos estragos causados e não está descartada a possibilidade de interdição da cadeia.

O juiz da Vara Criminal, Christian Palharine Martins, também acompanhou toda a situação e as negociações.

Portal Guaíra com informações do Goionews


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