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[dropcap color=”#dd3333″]A [/dropcap]Polícia Federal (PF) confirmou na quarta-feira (25) que o menino de um ano, encontrado há 15 dias em uma rua de Cascavel, é de origem paraguaia.

De acordo com a PF, o garoto foi trazido do Paraguai, assim como uma menina de 10 anos e uma adolescente de 17, por Maria Conceição Queiroz, conhecida como Maria Paraguaia. A mulher foi presa na terça-feira (24).

Segundo o delegado Mário Cesar Leal Júnior, a PF tenta localizar a família das crianças. “Mais de 10 pessoas já foram ouvidas e ainda tem algumas oitivas programadas para esta semana”, disse.

Maria Queiroz nega as acusações. O advogado dela, Felipe Veloso, disse que só vai se manifestar após ter acesso aos autos.

As crianças e a adolescente estão sob os cuidados do Conselho Tutelar de Cascavel.

Ontem, o cônsul do Paraguai em Foz do Iguaçu, Jorge Antonio Coscia, esteve em Cascavel para acompanhar as investigações. O delegado da PF informou que as autoridades paraguaias foram acionadas, incluindo a Interpol, na tentativa de localizar a família do menino.

A polícia investiga ainda o casal que pretendia adotar o garoto.

“O casal foi ouvido por duas vezes já, uma vez na polícia civil e uma pela Federal. [eles] Têm se mostrado colaborativos, colaboraram com as investigações, entregaram os celulares e autorizaram o acesso. A situação deles, em relação à participação, vai ser decidida mais adiante”, comentou.

Adoção ilegal

Segundo a delegada do Núcleo de Proteção de Crianças e Adolescentes Vítimas de Crimes (Nucria), Raissa Vargas Scariot, o casal de Cascavel pagou um valor inicial de R$ 700 à suspeita para ter o menino, mas desistiu quando não conseguiu a documentação necessária. “Eles disseram não saber que a adoção era ilegal e que devolveram a criança ao perceber que a situação era irregular”, comentou.

As informações são do G1


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